escrever, escrever, escrever...

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1.8.17

Capitólio (2) - Cachoeira da Diquadinha

1. 2.

Capitólio é lotada de cachoeiras cujo acesso se faz por trilhas. Bem na entrada da Serra da Canastra, em frente ao Mirante dos Canyons (fotos 1 e 2) há uma trilha que leva a uma deliciosa e paradisíaca cachoeira: a Diquadinha/Dicadinha (ou, no melhor mineirês Diquadinn).


3.4.

A água é pra lá de cristalina, gelada, e os peixinhos vêm nas nossas mãos (3 e 4)!
O lugar tem uma luminosidade absurda e a pedra mineira, quando bate a luz do sol, tem um reflexo dourado. Um dos lugares mais bonitos que já vi.



5.

A cachoeira desce formando escadarias naturais (acho que diquadinha vem disso, de escadinha...), são várias se você seguir a trilha morro acima, e a cada "degrau" dessa escadinha forma-se uma piscina transparente.

18.7.17

Capitólio (1)!!!!!!

Capitólio (vou fazer 2 postagens pq merece!) é uma cidadezinha muito simpática. Fica num vale, ao redor dela montes pra todo lado. Possui bons bares, bons restaurantes que servem a típica comidinha mineira e uma cerveja artesanal deliciosa "Scarpas". Mas obrigatório em Capitólio é conhecer as scarpas e toda a região do Lago de Furnas, um dos lugares mais lindos que já vi. Separe pelo menos dois dias para apreciar as maravilhosidades desse lugar.

1 - O passeio de lancha é fundamental, pois existem lugares que são acessíveis apenas de barco. A cor da água já é um convite e, apesar de ser inverno, a temperatura estava agradável;
2 - Outra maravilha são as scarpas, isto é, as muralhas de pedra mineira, que muita gente chama de canyon. O contraste do dourado das pedras ao sol e o verde esmeralda das águas dão uma sensação de estarmos no éden!

FOTOS

A- praça de Capitólio

B- saída da ponte do Turvo

C- entrando no Vale dos Tucanos










3 - O passeio de barco dura em média 3h, é imprescindível conhecer o Vale dos Tucanos, os "Canyons" e a Lagoa Azul. Toda água é cristalina!

 


17.7.17

Carmo do Rio Claro








Casarões e céu azul. Assim é o inverno morno de Carmo, onde vive um povo pra lá de simpático e receptivo.
A cidade é pequena, tranquila e MUITO limpa (diferente dessa nossa São Paulo)! Cheira a café torrado e moído na hora, e que café!!!



O Museu Histórioco e Arqueológico Antonio Adauto Leite, conhecido como Museu Indígena possui várias peças de aldeias datadas de até 10.000 aC, dentre elas machadinhas, pedras de raio e pontas de flechas. Há também igaçabas, com ossadas dentro! Todas as peças achadas na região. Vale a ida pra escutar as histórias da simpática Suzana, filha de Antonio Adauto Leite e que é responsável pelo Museu, hoje.

Fomos recebidos com muito sol nas cachoeiras (geladérrimas no inverno) lindas, com piscinas naturais. Revoadas de pássaros sem conta em meio a uma mata diferente, de árvores baixas. E o lago de furnas para prática de esportes náuticos.

 

A Serra da Tormenta é uma maravilha a parte, a subidinha final pede fôlego e pernas, mas vale esperar o por-do-sol pra admirá-la com essa luz.

 




25.8.15

Inhotim

Não é Inhotim o máximo?! Apelos sinestésicos por todos os lados. Lá a arte encontra harmonia com a natureza e a intervenção do homem é realizadora e não destruidora.

Ouro Preto

No dia 13/08 ficamos em Ouro Preto.
A geografia do lugar corrobora com a distribuição do poderio pela cidade numa época em que poder e igreja caminhavam lado a lado. Por isso a suntuosidade, o exagero de ornamentos. 

Tudo aqui é lindo. Cada molécula de ar que respiramos é repleta de história, pinicando nossas origens, nossa identidade. Em tudo, em todos, há um nós.
Museu da Inconfidência e da Mineralogia, à tarde. Depois fui conhecer a casa de Thomaz Antônio Gonzaga.
Fim de noite com direito à parabéns pra mim.

12.8.15

Mariana


Almoço em Ouro Preto e tarde em Mariana.
Conhecemos uma forma poética nova e genuinamente brasileira: as aldravias.
Tarde tranqüila, visitando igrejas e prescrutando a arquitetura encantadora desse lugar.

aldravias 
ainda
há 
ouro
em
minas


Itabira



Dona Dadá refaz história:
Costura a poesia de Drummond
aos pedaços de Itabira.
Renasce glórias, reescreve importâncias,
recita versos.
Declama, inflama e reclama.
Principia por banhar-nos em água santa, leva-nos ao Pico do amor.
Laureados, por fim, com uma roda de viola caipira.
Itabira...
Já é mais que "uma fotografia na parede".